Estourei o limite do MEI. E agora?

Passar do teto não é problema — é sinal de que o negócio cresceu. O que não pode é ignorar e continuar emitindo como MEI.

O MEI tem um limite de faturamento anual (na faixa dos R$ 81 mil, com regras específicas de proporcionalidade no primeiro ano). Ao ultrapassar, você precisa migrar para Microempresa (ME), normalmente dentro do Simples Nacional. O desenquadramento pode ser obrigatório e retroativo dependendo do quanto você passou.

Os dois cenários

  • Passou até 20% do limite: o desenquadramento vale a partir do ano seguinte, com mais tempo para se organizar.
  • Passou mais de 20%: o desenquadramento é retroativo ao início do ano, e há impostos a recolher sobre o excedente. Aqui, agir rápido evita multa.
Crescer é bom. Só não deixe o crescimento virar dívida por falta de um contador acompanhando o faturamento mês a mês.

O que muda ao virar ME

  • Você passa a ter contabilidade completa e obrigações mensais (mas ganha mais atividades e mais funcionários permitidos).
  • A tributação deixa de ser um valor fixo e passa a ser um percentual do faturamento.
  • Seu CNPJ e histórico são preservados — não é abrir uma empresa do zero.
Dica

Se você está chegando perto do teto, não espere estourar. Fazer a transição planejada é muito mais barato do que corrigir depois.

A Eleve cuida de todo o desenquadramento e da transição para ME sem você perder tempo com burocracia — e já entra com a contabilidade configurada para o novo porte.

Chegando no limite do MEI?

A gente faz a transição para ME sem dor de cabeça.